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2 de setembro, 5a feira

Dia de homenagem a Gaudí e demais arquitetos famosos do modernismo catalão: Hospital de la Santa Creu i Sant Pau, Sagrada Família, Casa Milá, Casa Batlló, Quarteirao da Discórdia… Muita loucura pra cabeça, acabei sonhando com animais muito loucos morando na minha casa rsrs.

Terraço da Casa Milá, vulga La Pedrera

As principais atraçoes de BCN (essas obras de Gaudi) ficam todas no bairro do Eixample, que é o espaço que ampliou Barcelona na época do Modernismo. A via principal é o Passeig (diz-se passeitch) de Gracía, que de graça nao tem muita coisa – vai-se botando oito euros aqui, oito ali e… Enfim, quem converte nao se diverte, nao é?

Casa Batlló

Pra compensar, o almoço foi no Fresc Co, no próprio Passeig de Gracia, que é de uma rede de restaurantes deliciosos de buffet “eat all you can”, com uma mesa de saladas deliciosas, pratos quentes, sobremesa (com direito a máquina de sorvete de iogurte), café e bebidas! Tudo por 8€ por pessoa.

Praticamente no Jurassic Park

Bom, ficamos esgotados, bateu o cansaço de dias e dias caminhando sem parar e fizemos uma siesta básica. À noite, voltamos ao Passeig de Gracia para conhecer o Tapa Tapa (Passeig de Gracía 44), que é uma delíííciaaaa!!!! Comemos uns montaditos de brie y jamón, risoto de 4 queijos, salada de queijo de cabra e embutidos catalaes, acompanhados de muito pao com tomate – tudo em pequenas porçoes, como sao as tapas.

Amanida (salada) de queijo de cabra

3 de setembro, 6a feira

Dando continuidade à saga Gaudí, começamos o dia no Parc Güell, que fica um pouco mais distante do centro e é onde está a famosa salamandra de azulejinhos. Uma cena impagável e inusitada que pegamos foi um desses artistas de rua tocando bigode. Isso mesmo! Haha. Ele tinha um metalzinho dentro do bigode e ia tocando o bigode.

Parc Güell

Em seguida, visitamos o bairro El Born e aproveitamos para almoçar no excelente Taller de Tapas (Argenteria 51). Mesinhas na calçada, homens de terno e mocinhas de shorts jeans curtésimos e artistas de rua tocando violao – o ambiente pediu uma bela sangria gelada e uns tapinhas bem bons: atum com pimentao, montadito de camarao, peixe frito, costela de porco e, de sobremesa, uma bela combinacao de queijos gruyere, parmesao, provolone e de cabra com gelatina de sei lá qual fruta. Muito bom.

Montadito de gambas e alio

O único problema foi visitar o Museu Picasso depois disso tudo – acho que dormimos um pouquinho em cada sala, uma tragédia. Acabamos nos concentrando em visitar o bairro, que é uma gracinha, cheio de ruas estreitas de pedra, tomando sorvetinhos e tal. Para nossa sorte, alegria e grande alívio, encontramos um rickshaw no final do bairro, próximo ao bairro de Barcelona, que seria nosso próximo destino. Essa sim foi uma despesa que valeu cada centavo. Ficamos uma hora passeando por 15€ por pessoa – nao é algo muito barato, mas pela dor nos pés e pela diversao do passeio, alem do carinha muito simpatico que nos levou, foi excelente. Visitamos a praia, a Vila Olímpica e o Parc de la Ciutadella. Pra finalizar, fomos caminhando pelo Arco do Triunfo (de que mesmo?) e voltamos pro hostel.

Rickshaw e o peixe voador de Frank Gehry

Por la n0che, volvemos à Argenteria, no Born, para uma das melhores experiências gastronômicas: o bar basco Sagardi. Basicamente, as pessoas ficam de pé no balcao tomando cerveja ou cava (o espumante deles) e pegando com as próprias maos todos os montaditos (guloseimas em cima de uma fatia de baguete) que puderem devorar. A contagem é feita pelos palitinhos que sobram nos pratos – custam 1,80€ cada. Sério, me senti no paraíso. Cada hora eu provava um. E quando saía uma bandeja do forno, entao? Era braço pra todo lado, todos tentando alcançar o pao com linguicinha, chorizo, etc e tal. Sensacional.

Contagem final: 18 montaditos goela abaixo

Por último, fomos a uma boate de rock, a Magic, em frente ao Parc Ciutadella, mas acho que nao tivemos paciencia suficiente para esperar dar um certo còrum. Chegamos 0h30 e estava completamente vazio, só tinha umas garçonetes enchendo a cara no balcao e se acabando em saquinhos de kani. Aos poucos, foram chegando as pessoas, mas ja eram 2h e estavamos acabados, decidimos ir embora quando estava comecando a encher. Digo, encher mesmo! Esse povo notívago, viu?

Não sei se é a fome, mas os relatos vão se tornando cada vez mais detalhados no quesito gastronômico… Hmm vai dar saudade!

E, só pra nao perder o hábito, todas as fotos em www.flickr.com/photos/cris_gal (Coleçao Europa 2010).

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Um pensamento em “Barcelona: Gaudí e pessoas que tocam bigode

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