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7 de setembro, terça-feira

A manhã começou no Camp Nou, o estádio do “Barça”. Fiquei pasma com o tamanho da “lojinha”, que tem de marionetes a potinhos de ração para cachorro. O museu também não fica pra trás – com tecnologia e promoters cobrando 12 euros por foto em lugares especiais (além dos 19 de entrada…). Taí um povo que devota tanto o futebol como os brasileiros.

Que comentarista gatinho...

Em seguida, fomos almoçar no La Boqueria, o “mercadão” de BCN. Algumas voltas nos fizeram surpreender com algumas novidades e guloseimas, inclusive uma barraquinha só com produtos brasileiros, como farofa, pão de queijo e guaraná. Mas com a chuva incipiente, estava impossível comer em um dos restaurantes lá de dentro – os balcões estavam abarrotados! Recorremos a um dos restaurantes que ficam instalados ao redor da Boqueria, compondo terracinhos de mesinhas ao ar livre. Bem, não é que no último dia caímos num menu pega-turista? Tapas minúsculos e horrendos de caros. “Tapeamos” a fome e fomos em direção ao bairro La Ribeira.

Figos na Boqueria

Neste bairro, visitamos finalmente o Palau de la Musica Catalana – que na verdade foi minha grande inspiração para escolher Barcelona em vez de Paris. Já pelas fotos dos guias de turismo, achei o lugar esplêndido – entrando, então! Fiquei sem fôlego! Uma pena não poder tirar fotos, mas dê uma googlada e fique pasmo.

Fachada modernista do Palau

A outra atração do La Ribera é o Mercado de Santa Caterina, obra de 13 milhões de euros de Enric Miralles e sua esposa Benedetta Tagliabue.

Mercado de Santa Caterina

Bom, pra finalizar, nos direcionamos às compras de lembrancinhas na Rambla, Sant Antoni e Sepulveda (onde tinha uma loja gigante especializada em bikes, a Tomas Domingo). No caminho, passamos pela Belgious, no Bairro Gótico, para experimentar os famosos sorvetes de wasabi e parmesão. Hmm, não para o meu paladar, mas o Gustavo adorou.

Belgious

A última noite mereceu repeteco de tapas – fomos ao vasco Sagardi e completamos a pança com as patatas bravas do bar da esquina, já que estava tudo fechando às 23h. Pra tomar e ouvir música, visitamos o Nevermind, um barzinho minúsculo no Bairro Gótico. E assim se foram as últimas horas em BCN…

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